Diana Policarpo
LEHMANN
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Becoming Cynara, 2026
Técnica mista sobre papel de cardo e Fabriano 200 g/m², LED
42 x 29,7 cm.
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Diana Policarpo (Lisboa, 1986) vive e trabalha entre Lisboa e Londres.
É artista visual e compositora, cuja prática se move entre suportes artísticos como som, escultura, filme, desenho e instalação. Atualmente, desenvolve o seu trabalho entre as artes visuais, a música eletroacústica e a performance multimédia, investigando cultura popular, saúde, política de género e relações interespécies. Policarpo estabelece frequentemente ligações entre arte e ciência, tanto nas suas instalações como através do envolvimento direto com paisagens e sistemas ecológicos ou de extração.
Os seus projetos exploram a estrutura rítmica do som como um material táctil, entrelaçado com a construção social da ideologia esotérica. Exposições individuais e screenings recentes incluem Thyssen-Bornemisza National Museum, Madrid (ES), CAM – Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (PT), CWB-Paris (FR), Rialto 6, Lisboa (PT), Manifesta 15, Barcelona (ES), McaM, Xangai (CN), Biennale Gherdëina, Val Gardena (IT), Kunsthall Aarhus (DK), Helsinki Biennial (FI), Fondazione Sandretto Re Rebaudengo, Turim (IT), Ocean Space, Veneza (IT), RADIUS CCA, Delft (NL), CRAC Occitanie, Sète (FR), Kunsthall Trondheim (NO), MAAT, Lisboa (PT), Kunstverein Leipzig (DE), Staatliche Kunsthalle Baden-Baden (DE), Whitechapel Gallery, ICA e LUX – Moving Image, Londres (UK).
Foi vencedora do Prémio Novos Artistas Fundação EDP (2019) e do Prémio illy Present Future (2021).
