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Emilio González Sáinz

SIBONEY

Paisagem do sol, 2025
Aguarela e tinta sobre papeles usados,
13 x 18 cm.

Emilio González Sáinz (Cantábria, Espanha 1961). As suas aquarelas são um cenário que recria mundos poéticos e oníricos, com nuances épicas. Elas brotam do prazer proporcionado pelos seus passeios pelos arredores, da emoção de sentir como a natureza permeia tudo, como os ciclos naturais, silenciosamente, deixam marca que o artista transmite para sua obra. São trabalhos que contêm uma serenidade clássica e provocam uma sensação de placidez, de quietude atemporal, que nos transporta para algum lugar entre a terra e o céu. A escritora Emily Dickinson disse que “a natureza é tão repentina que nos torna a todos antigos”, palavras que, na época, o professor e crítico de arte Francisco Javier San Martín dedicou ao artista. Ele referia-se a como a sua obra se inspira na atmosfera do ambiente e é impulsionada pela percepção do que está próximo, dos lugares vividos, fechando os olhos e despertando uma visão interior e autêntica.

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