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Daniel Nave

GALERIA FILOMENA SOARES

Série, Catedrais 3, 2025
Anilina e acrílico sobre papel,
76,7 x 56,5 cm.

Daniel Nave (Portugal, 1955) licenciou-se em Belas-Artes pela Universidade de Lisboa em 1979. O trabalho de Nave explora a experiência íntima inscrita nas estruturas que constroem a nossa envolvente, recorrendo a motivos arquitetónicos, ruínas ou formas em rede, evocando frequentemente a tensão entre construção e decadência. Nos últimos anos, realizou exposições individuais como “Places of War”, na Galeria Filomena Soares, Lisboa (2021), uma instalação marcante que reuniu fotografias, desenhos, plexiglass pintado e recortado, e caixas de luz, abordando temas de guerra, ruína e memória.

O seu trabalho encontra-se representado em várias coleções de relevo, incluindo a Fundação EDP, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Museu das Artes de Sintra e a Câmara Municipal de Belmonte. A prática de Nave mantém-se em evolução, continuando a produzir obras que habitam os interstícios entre imagem e espaço, presença e ruína, sempre atento à forma como as sensibilidades arquitetónicas e a memória se fundem.

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